Valdir Raupp: Delegada isenta Raupp em um dos casos da Lava Jato

Por falta de provas delegada isentou Raupp em um dos inquéritos da Lava Jato Por falta de provas delegada isentou Raupp em um dos inquéritos da Lava Jato

Em relatório encaminhado à Polícia Federal, a delegada Graziela Machado da Costa e Silva, da PF, disse não ter colhido elementos suficientes que comprovem crime de corrupção passiva por parte do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) em um dos inquéritos da Operação Lava Jato que o investigam, conforme informação do site G1.globo.

Neste inquérito, Raupp é investigado pela suspeita de ter praticado tráfico de influência em favor de uma empreiteira. No relatório, a PF afirma que, embora seja "moral e eticamente questionável o lobby", não foram colhidos elementos suficientes do crime de corrupção passiva.

Mas o documento destaca que a empresa não foi contratada pela estatal e que não foi identificada nenhuma doação oficial em favor do senador ou diretórios do PMDB em Rondônia ou do PMDB nacional.

Além desse inquérito, Raupp responde a uma ação penal e é alvo de dois inquéritos na Lava Jato. O peemedebista também é investigado em um quarto inquérito, por supostos crimes narrados nas delações da Odebrecht, que foi retirado do âmbito da Lava Jato.

No caso investigado, Raupp foi apontado por suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência. O inquérito se baseou na delação premiada do empresário Fernando Soares, o Fernando Baiano.
Em depoimento, Baiano disse que, em 2009, Valdir Raupp fez tráfico de influência para a empreiteira gaúcha Brasília Guaíba obter negócios com a Petrobras em troca de recebimento de doações para campanha eleitoral de 2010 ou 2012.

Valdir Raupp ainda é investigado em mais três casos, a partir de trechos de depoimentos prestados por delatores aos investigadores da Lava Jato. Num deles o feito pelo lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano.

Última modificação emSexta, 18 Agosto 2017 20:08

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