Porto Velho: Educação em greve a partir de hoje

A decisão foi tomada pela categoria em assembleia realizada no último dia 06 A decisão foi tomada pela categoria em assembleia realizada no último dia 06

A deliberação sobre o início da greve havia sido adiada, pois a categoria ainda esperava ter um diálogo com o prefeito Hildon Chaves, o que não aconteceu.

Segundo o Sintero, desde o início de seu mandato, o prefeito vem se esquivando dos problemas da educação e evitando participar de reuniões com os representantes da categoria. o Sintero convoca todos os trabalhadores em educação municipais para concentração hoje, às 8 horas da manhã, na Sede Administrativa do Sintero.

REDAÇÃO
Os trabalhadores em educação do município de Porto Velho decidiram entrar em greve a partir desta quinta-feira. A decisão foi tomada pela categoria em assembleia realizada no último dia 06, após mais uma tentativa frustrada de negociação com a prefeitura.

Os trabalhadores não aceitam a retirada do quinquênio, reclamam das dificuldades enfrentadas para a devolução de valores descontados irregularmente pelo IPAM e, principalmente, das dificuldades de diálogo com a prefeitura visando à discussão da pauta de reivindicações de 2017.

Para o início da greve, o Sintero convoca todos os trabalhadores em educação municipais para concentração hoje, às 8 horas da manhã, na Sede Administrativa do Sintero, para discussão das estratégias do movimento.

Uma das prioridades durante a campanha eleitoral do atual prefeito, de acordo com o Sintero, a educação hoje passa por uma grave crise, com a falta de condições de trabalho, salários defasados, falta de pessoal, falta de estrutura nas escolas e até de material de trabalho.

A deliberação sobre o início da greve havia sido adiada, pois a categoria ainda esperava ter um diálogo com o prefeito Hildon Chaves, o que não aconteceu.

Segundo o Sintero, desde o início de seu mandato, o prefeito vem se esquivando dos problemas da educação e evitando participar de reuniões com os representantes da categoria.

O último encontro foi com o secretário Chefe de Gabinete, Luiz Fernando Martins, no dia 05/09, quando ele apresentou a proposta do prefeito para a educação: aumento de 1,17% de setembro 2017 a maio de 2018 + 1,17% de maio a setembro de 2018 + 1,17% de setembro de 2018 a maio de 2019. Nenhum aumento no auxílio alimentação, nenhuma possibilidade de criação de alguma gratificação e não revogação da lei municipal que acaba com o quinquênio.

A proposta foi rejeitada em assembleia pelos profissionais da educação, que se sentem pressionados pela administração municipal com alguns casos de denúncias de perseguição e assédio moral.

Durante a mobilização para a greve os trabalhadores em educação estão destacando as principais promessas de campanha de Hildon Chaves, como o corte de 40% dos cargos comissionados, a discussão com a categoria para a escolha do secretário da Educação e a valorização da categoria.

PORTO VELHO

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